terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Na aula discutimos sobre algumas notícias trazidas pela a professora sobre o Ensino de Jovens e Adultos, disponibilizados no central do estudante.

A professora Maristela mostrou em sala de aula um vídeo sobre pesquisa qualitativa, onde tivemos uma base para nossa trabalho: Segue o link:


Durante este semestre destacamos em relatório informações referentes as observações que tiveram como objetivo investigar a formação e a prática do profissional que atua na Educação Infantil (EI), Anos Iniciais do Ensino Fundamental (AIEF) e Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Analisamos a metodologia praticada pelo professor e a importância que ele atribui a essa formação para melhoria de seu fazer docente.

Verificamos os contextos da Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Ensino de Jovens e Adultos e também observamos a forma como as crianças se relacionam e interagem entre si e com os professores.
Ao presenciarmos a atividade do professor em sala de aula, foi possível encontrar pontos construtivos e pontos a melhorar. A disciplina de Prática II é uma experiência essencial para o curso de Pedagogia, pois possibilita a apreensão de particularidades do contexto escolar e o reconhecimento dos desafios que permeiam a carreira docente de maneira crítica.
Avaliamos em todos os aspectos referentes ao ambiente da escola e à formação dos docentes envolvidos no processo de ensino e aprendizagem das turmas observadas. Pelas informações encontradas ao longo da investigação, vimos que de forma geral, as escolas estão organizadas e de acordo com as necessidades essenciais para o desenvolvimento do aluno. As escolas são favoráveis às condições de formação do estudante do ponto de vista de formação do professor. Outro ponto importante é a questão estrutural, que é o principal problema da educação pública: a escassez de recursos. Mesmo com as dificuldades estruturais, a comunidade escolar atende de maneira valorosa. Estrategicamente a organização do trabalho pedagógico e da gestão educacional das escolas observadas, trabalha de forma eficaz para a educação, posto que é preciso trabalhar sempre para renovar as metas e formar competências.


Assim concluímos que com base nos aspectos observados, nos deparamos com á diferença da prática dentro da sala de aula com a teoria. Situações problemas que são colocadas diante dos professores, demonstrou o quanto devemos de estar preparados para essas situações. Ao concluir as observações, conseguimos analisar a diferenças relatadas durante o processo do trabalho, e também a as diferenças das escolas tanto na rede privada ao municipal.
Essa experiência contribuiu bastante para o nosso crescimento profissional. Assistir um pouco da realidade na área, nos levou a uma conclusão, que precisamos estar preparados para a realidade da escola, comunidade e aos alunos.

Falando sobre Eja, o livro sugerido pela a professora foi Educação de Jovens e Adultos Curriculo e práticas pedagógicas do autor Valdo Barcellos

Segundo o autor Barcelos á dois pressupostos epistemológicos e científicos fundamentais na obra dele, que são: a biologia do amor (BA) e a biologia do conhecimento (BC). Estando ancoradas na ideia de a construção do conhecimento se da como o processo de aprendizagem humana, sendo assim podendo se dar como práticas didáticas, metodológicas, organizativas e pedagógicas. outro aspecto importante, que deve ser levado em consideração, é que não existe uma separação entre aquilo que as epistemologias tradicionais chamam de dimensão biológica e dimensão cultural da pessoa, e também nos seus processos de viver. (BARCELLOS, 50).
Quando nós tratamos de EJA, temos que levar em conta o processo de incentivo que passam os alunos já em idade adulta retornar a escola. A dificuldade encontrada por professoras descritos no livro é a grande diferença de idades dos alunos na mesma turma. Tendo como facilidade a experiência de vida maior de alguns servindo como estímulo, como incentivo, para o envolvimento de outros (as). Situa- se também o ambiente para essa turma de EJA, sendo assim um espaço acolhedor, onde o aluno possa se sentir confortável, assim dar continuidade aos estudos, para que os alunos não abandonem novamente a escola, sem haver a evasão. 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cadeira de Prática, tem muita mão na massa!

A proposta é trabalhar por estações. 

Cada grupo deverá expor o entendimento sobre os capítulos do livro Transgressão e mudança de Fernando Hernández. 

Este livro é um convite à transgressão das barreiras que impedem o indivíduo de pensar por si mesmo, de construir uma nova relação educativa baseada na colaboração em sala de aula, na escola e com a comunidade.



É um convite a soltar a imaginação, a paixão e o risco para explorar novos caminhos que permitam que as escolas deixem de ser formadas por compartimentos fechados, horários fragmentados, arquipélagos de docentes e passem a converter-se uma comunidade de aprendizagem, onde a paixão pelo conhecimento seja o objetivo e a educação voltada para a cidadania, o horizonte ao qual se dirigir.


Parte do fato de ser o professor um agente de mudança, olhando sempre para o futuro, no afã de educar alunos (e não para o passado) e dessa maneira, transgredindo, muitas vezes, regras e normas estabelecidas.







O autor, apresenta, primeiramente, seis situações de transgressão, ou intenção de mudança, com as quais lança as bases da linha de raciocínio que desenvolve no texto:

Primeira: quanto ao domínio da psicologia instrucional que esteve, em sua história, vinculada setores educacionais militares norte-americanos, cuja prática reduz a complexidade da instituição escolar a pacotes de conceitos, procedimentos, atitudes e valores, fazendo acreditar que seja a única (e a melhor) forma de organizar e planejar o ensino escolar.

Segunda: quanto à visão da aprendizagem vinculada ao desenvolvimento e conhecida como construtivismo. Essa transgressão não é contra o construtivismo, mas sim contra a interpretação que reduz e simplifica alguns aspectos da aprendizagem. O construtivismo pouco ou nada diz sobre os intercâmbios simbólicos que se representam na sala de aula, sobre as construções sociais que o ensino intermedeia, sobre os valores que o professor promove ou exclui, sobre a construção das identidades, as relações de poder existentes na escola, o papel dos afetos, enfim, tudo o que corresponde ao âmbito social.

Terceira: em relação à visão do currículo escolar centrado nas disciplinas, entendidas como fragmentos empacotados em compartimentos fechados, oferecidos aos alunos sob formas de conhecimento que muito pouco ou nada tem a ver com suas vidas, necessidades e interesses.

Quarta: em relação à Escola que transfere para o futuro a sua responsabilidade em formar os educandos, encarando ser a finalidade da infância chegar à idade adulta e desconsiderando-a como um período particular, específico e rico em experiências e descobertas fundamentais. Transgressão contra as Escolas que impedem que os alunos se construam como sujeitos em cada época de sua vida.

Quinta: quanto à perda da autonomia no discurso dos docentes, à desvalorização de seus conhecimentos e à sua substituição por discursos psicológicos, antropológicos ou sociológicos que pouco respondem ao que acontece no cotidiano da Escola.

Sexta e última: em relação á incapacidade da Escola para repensar-se de maneira permanente, dialogar com as transformações que acontecem na sociedade, nos alunos e na própria educação.


Parte, em seguida, para falar sobre o ensino com pesquisa e projetos, a pesquisa transdisciplinar (feita com equipes multi/transdisciplares) e com objetivos não-lineares.
Estabelece um quadro de diferenças entre a forma de trabalho disciplinar (tradicional, fechada, linear) e a transdisciplinar (inovadora, aberta, radial).

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Bom dia colegas!

Gostaria de começar a postagem de hoje com um trecho do poema de
 loris malaguzzi:

“A criança é feita de cem.
A criança tem
uma centena de línguas
cem mãos
uma centena de pensamentos
uma centena de maneiras de pensar
de brincar, de falar
Uma centena.
Sempre de uma centena de
modos de escutar
de admiração, de amar
cem alegrias
para cantar e compreender
cem mundos
para descobrir
cem mundos
para inventar
cem mundos
para sonhar.” (...)

AS CEM LINGUAGENS DA CRIANÇA
Loris Malaguzzi

O poema nos transmite a ideia de que a criança nasce com as suas “cem linguagens”, e tem o entusiasmo de descobrir um mundo que ainda “não está lá”.  a pedagogia da Reggio Emilia assume que os adultos têm como tarefa prioritária, a escuta e o reconhecimento das múltiplas potencialidades de cada criança, observada e atendida em sua individualidade.
Para tanto, as escolas criam espécie de “laboratórios do fazer”, que combinam as tradicionais linguagens gráficas, pictóricas e de manipulação (modelos e maquetes), mas também as do corpo, ligadas ao movimento, as da comunicação verbal e não-verbal, as linguagens icônicas, o pensamento lógico, científico, natural, discussões éticas, e manejo de ferramentas multimídia, sempre objetivando que a criança aprende “com todo corpo”, de forma fluída e permanentemente integrada.

A aula do dia 09/08, foi possível explorar as muitas aplicabilidades e funcionalidades do modelo da pedagogia de reggio emilia.
Na prática, exploramos a metodologia “trabalho por estações”.
A turma foi dividida em 4 grupos, onde cada um recebeu uma questão para discutir e descrever na folha. A resposta era identificada pelo nome do grupo e as folhas circulavam para que todos respondessem. Havia um tempo de 5 minutos para elucidar cada questão.
Ao final, o redator de cada estação recebeu uma questão para que os integrantes do seu respectivo grupo, dividissem com a turma os argumentos elucidados durante a discussão.
Desta forma, foi possível obter novas perspectivas de um mesmo assunto e unir ao conhecimento parcial, novas compreensões.






Esta aula, nos instiga a ir além e refletir sobre tantas possibilidades de fazermos mais e melhor.
No brasil, muitas escolas estão adotando o modelo de reggio emilia e é possível conhecer um pouquinho alguns espaços da creche da Fundação Antônio Antonieta Cintra Gordinho e são paulo.


quinta-feira, 4 de agosto de 2016


O que seria do conhecimento se não compartilhássemos?

       Ainda sobre a metodologia de Reggio Emília na Itália, disponibilizamos um vídeo que descreve rapidamente as contribuições do Professor Loris Malaguzzi. O vídeo foi exibido na nossa aula inaugural. 





Dica de melhor amiga!

         Colegas, olha só que legal: durante a apresentação do cronograma da profe Maristela, tivemos acesso á alguns títulos de livros. E uma deles, nos chamou a atenção em particular. 
         O título é As Cem Linguagens da Criança - A Abordagem de Reggio Emilia na Educação da Primeira Infância de Carolyn Edwards; Lella Gandini e George Forman.


SINOPSE

O programa para a primeira infância realizado em Reggio Emilia (Itália) tornou-se reconhecido como um dos melhores sistemas educacionais no mundo. Esta abordagem inovadora incrementa o desenvolvimento intelectual das crianças através da focalização sistemática na representação simbólica, levando as crianças pequenas (0-6 anos) a um nível surpreendente de habilidades simbólicas e à criatividade. O sistema não é privativo e elitista, pelo contrário, envolve o dia todo do atendimento à criança e está aberto para todas elas, inclusive aquelas portadoras de alguma deficiência. Este livro recolhe as reflexões dos educadores italianos que criaram e desenvolveram o sistema, bem como dos norte-americanos que lá estudaram. É uma introdução abrangente que aborda história e filosofia, currículo e métodos de ensino, escola e sistema organizacional, uso do espaço e ambiente físico, além dos papéis do adulto profissional.

             Este trabalho já foi citado em outras disciplinas e foi ótimo, pois foi possível participar com muito interesse das aulas!

Ta aí uma leitura recomendadíssima!



Na aula inaugural, realizada no dia 2 de agosto de 2016, foi possível ter uma ideia do que nos aguarda pela frente!
A professora Maristela não economiza nas palavras e nos mínimos detalhes, nos deixou á par do que deveríamos realizar ao longo do semestre! 

E não é pouca coisa, minha gente!
Mas quem disse que ser professora é coisa fácil?! 


Então, bora se abastecer de energia e deixar a imaginação voar!!


Começando os trabalhos

Olá colegas!

Sejam muito bem vindos ao nosso blog!

         Este é um espaço dedicado a dividir nossas experiências da disciplina de Prática II: Educação Infantil, Anos Iniciais e EJA, realizada na Faculdade Cesuca em cachoeirinha - RS.